Na escola
Os estudantes podem olhar para a roda e encontrar ali todas as figuras planas que são observadas, como triângulos, hexágonos, ou as figuras que potencialmente poderiam ser observadas, como um círculo, e trabalhar com as propriedades geométricas dessas figuras e as relações entre elas. Por exemplo, os triângulos simétricos que compõem o possível hexágono, as hastes da roda que representam os raios da possível circunferência.
Eles podem pesquisar e estudar a história da roda, até chegar à ideia de uma roda d’água, e entender o princípio de um moinho. Conectores podem ser adicionados às suas hastes periféricas, simulando uma roda dentada, e então, ao despejar água em uma delas, observar o movimento e a transformação da energia.
Podem reduzir ou ampliar as hastes da roda para encontrar a variação do tempo de rotação em seu eixo, caso seu raio seja variado, aproximando-se da ideia de um período.
Também é possível fazer uma aproximação da área das possíveis “circunferências” que se formariam nas laterais da roda, analisando os conceitos e elementos geométricos da circunferência, como o raio, o diâmetro, as cordas e o eixo presente na roda alquimétrica, e notando a ausência dos arcos que completariam a circunferência.